terça-feira, 14 de maio de 2013

A Importância da Pontuação

A IMPORTÂNCIA DA PONTUAÇÃO


    
Um milionário redigiu seu testamento desta forma:
"Deixo a minha fortuna para o meu irmão não para o meu sobrinho jamais para o meu advogado nada para os pobres."

        Como se , ninguém entendeu, porque não há nenhuma pontuação e houve enorme confusão entre os interessados na herança.
        O irmão achou que o certo seria assim:
"Deixo minha fortuna para o meu irmão; não para o meu sobrinho, jamais para o meu advogado, nada para os pobres."

        Veio o sobrinho e disse que o certo era:
"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho; jamais para o meu advogado, nada para os pobres."

        Por sua vez, o advogado sustentou que a redação era:
"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho, jamais; para o meu advogado, nada para os pobres."

        Finalmente, um defensor dos pobres disse que o certo na realidade era:
"Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho, jamais; para o meu advogado, nada; para os pobres."

        E o desfecho da história? Também temos curiosidade de sabê-lo... De qualquer forma, fica o lembrete:
         Aprenda a pontuar e, quando redigir seu testamento, pontue-o convenientemente, sem criar charadas para os impacientes herdeiros.

domingo, 12 de maio de 2013

Tirinha

Assinale o trecho do diálogo que apresenta um registro informal, ou coloquial, da linguagem.
a) “Tá legal, espertinho! Onde é que você esteve?!”
b) “E lembre-se: se você disser uma mentira, os seus chifres cairão!”
c) “Estou atrasado porque ajudei uma velhinha a atravessar a rua...”
d) “...e ela me deu um anel mágico que me levou a um tesouro”

Resposta correta: primeira letra do alfabeto.

Diálogo

Duas amigas conversando no msn

Pati: oi miga td bem? J
Jô: oi J td blz
Pati: vc pode tc?
Jô: naum mto. to estudando
Pati: ta
Pati: vc vai no cinema hj?
Jô: vô
Pati: ok!!! a gente se encontra na frente do Mac bele?
Jô: blz té +
Pati: té bjs

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Sumiço -Marcas linguisticas

Sumiço

  Desesperado, o chefe olha para o relógio, e já não acreditando que um funcionário chegaria a tempo de fornecer uma informação importantíssima para uma reunião, liga para o tal:
  — Alô! – atende uma voz de criança, quase sussurrando.
  — Alô. Seu papai está?
  — Tá... – ainda sussurrando.
  — Posso falar com ele?
  — Não. – disse a criança bem baixinho.
  Meio sem graça, o chefe tenta falar com algum outro adulto:
  — E a sua mamãe? Está aí?
  — Tá.
  — Ela pode falar comigo?
  — Não. Ela tá ocupada.
  — Tem mais alguém aí?
  — Tem... – sussurra.
  — Quem?
  — O “puliça”.
  Um pouco surpreso, o chefe continua:
  — O que ele está fazendo aí?
  — Ele tá conversando com o papai, com a mamãe e com o “bombelo”...
  Ouvindo um grande barulho do outro lado da linha, o chefe pergunta assustado:
  — Que barulho é esse?
  — É o “licópito”.
  — Um helicóptero?
  — É. Ele “tlosse” uma equipe de busca.
  — Minha nossa! O que está acontecendo aí? – o chefe pergunta, já desesperado.
  E a voz sussurra com um risinho safado:
  — Eles tão me “puculando”.
http://criancas.uol.com.br/piadas/piadas_criancas.jhtm. Acesso em 05//08/2007. (P08306SI)


 Questões

Nesse texto, a palavra “sussurrando” indica que o menino falava
A) agitado.
B) assustado
C) baixo.
D) sério.

Pode-se deduzir do texto que a criança
A) queria enganar o chefe do pai.
B) foi raptada por alguém.
C) escondeu-se dos pais.
D) está perdida.

      Na frase “– Tem mais alguém aí?”, o verbo empregado representa uma marca de
A) registro oral formal.
B) registro oral informal.
C) falar regional.
      D) falar caipira




quarta-feira, 8 de maio de 2013

Aprendendo sobre linguagem formal e linguagem informal

Qual a sua opinião? Será que utilizamos a mesma forma tanto para falar quanto para escrever?

Certamente que sua resposta foi “não”. Mas afinal, por que isso acontece?

Como você sabe, convivemos em uma sociedade na qual trocamos experiências com as outras pessoas a todo o momento, seja para ensinar ou para aprender com elas. E esta troca de experiências só é permitida porque podemos utilizar de um recurso muito precioso – a linguagem. Ao falar, usamos a linguagem oral, e para escrever, a linguagem escrita.

Mas é justamente aí que precisamos saber diferenciá-las, pois durante a fala, tomamos algumas atitudes que não são permitidas no momento da escrita. Vamos citar algumas?
Imagine-se conversando com um amigo... você usa gestos, faz algumas pausas, provoca aquele suspense, e até pode usar algumas gírias da “hora”, não é mesmo? E naquele bate papo na Internet? Já sei! Quis aproveitar ao máximo aquele momento e resolveu abreviar as palavras, não foi? Sem problemas, seu amigo compreenderá tudo perfeitamente.

Reverta a situação, pois neste momento irá imaginar que precisa fazer aquela redação que a professora solicitou, ou que precisa se comunicar com o diretor de sua escola. É hora de colocar em prática todo seu conhecimento no que se refere à ortografia das palavras, à construção dos parágrafos, de modo que as ideias se apresentem claras ao leitor, e para que isto aconteça, é preciso escolher cuidadosamente as palavras. Percebeu quanta diferença?!
A partir destes exemplos, entendemos agora a diferença que há entre as duas modalidades, ou seja, linguagem informal é aquela presente nas conversas do dia a dia, permitindo que utilizemos daquela infinidade de recursos. Já a linguagem formal é um pouco mais complexa, pois está relacionada ao que chamamos de padrão formal, isto é, aquele estilo que é comum a todos nós. Dizemos que é comum pelo fato de que precisamos conhecê-lo bem, e este conhecimento é adquirido de acordo com nossos estudos no que se refere a tudo aquilo que a gramática nos revela por meio das aulas de Língua Portuguesa e, principalmente, com o hábito pela leitura e a prática da escrita.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

Simulado - 21 questões

http://www.anossaescola.com/cr/testes/dulcilene/provabrasilportuguesbloco1e2nonoano2011.htm